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Guia de Paraty · Praias e ilhas

Praias e ilhas: o paraíso costeiro de Paraty

A baía de Paraty tem cerca de 60 praias e dezenas de ilhas, e a maioria só se alcança de barco. É isso que faz a diferença: aqui o dia de praia costuma começar no cais, a poucos minutos a pé do hotel.

A piscina natural do Cachadaço: água verde-clara entre costões de pedra, em Trindade
A piscina natural do Cachadaço, em Trindade. Foto: Gustavo Juliette / Unsplash

Perto do hotel, sem barco

Praia do Pontal. Fica no nosso bairro, do outro lado da ponte que leva ao centro histórico. Quiosques, música ao vivo no fim da tarde, aluguel de caiaque e stand-up: é a praia para caminhar e experimentar um bom drink olhando a nossa baía.

Praia do Jabaquara. Cerca de 1,5 km do centro, passando pelo Forte Defensor Perpétuo; dá para ir a pé do hotel, de bicicleta ou de carro. Mar muito calmo e raso, bom para stand-up e caiaque, com restaurantes e quiosques. A água é menos transparente por causa do manguezal ao lado. No sábado de Carnaval é ali que se forma o Bloco da Lama.

Trindade

A cerca de 25 km, na direção de São Paulo, Trindade é a Paraty de mar aberto: vila caiçara, águas claras e costões. Vai-se de carro (estacionamentos particulares na vila) ou de ônibus da Colitur a partir da rodoviária; ônibus de turismo e vans não entram.

A Praia do Meio, o Cachadaço e a piscina ficam dentro do Parque Nacional da Serra da Bocaina, o único trecho de mar do parque.

Paraty-Mirim e o Saco do Mamanguá

Paraty-Mirim fica a uns 17 km, com os últimos quilômetros em estrada de terra. Mar calmo, uma igreja antiga à beira da praia e o píer de onde saem os barcos para o Mamanguá.

Saco do Mamanguá é um braço de mar estreito de uns 8 km entre montanhas, com cerca de 30 pequenas praias e um manguezal no fundo. Muita gente o chama de "único fiorde tropical do Brasil"; o nome certo é ria, mas a paisagem justifica o apelido. Do píer de Paraty-Mirim são uns 15 minutos de lancha (o preço se combina com os barqueiros), ou vá de barco desde Paraty.

Para quem gosta de subir: a trilha do Pão de Açúcar do Mamanguá sai da Praia do Cruzeiro, tem pouco mais de 1 km e cerca de uma hora de subida íngreme, e termina numa das vistas mais bonitas da região. Nem todo passeio de barco deixa tempo para a trilha; combine antes.

Quatro amigos pulando no topo do Pão de Açúcar do Mamanguá, com o braço de mar e as montanhas ao fundo
Lá em cima: o Saco do Mamanguá visto do Pão de Açúcar.

Passeios de barco a partir do cais

Lancha ancorada na água rasa e transparente de uma praia cercada de mata
De lancha, o roteiro é seu: praias vazias e água transparente.

Pergunte na recepção: a gente indica o roteiro conforme o tempo do dia.

Praia do Sono e Ponta Negra

Longa praia de areia dourada com ondas e morros cobertos de mata
A Praia do Sono: areia larga, ondas e mata até a água.

As praias mais selvagens ficam depois da vila de Laranjeiras, a uns 27 km: a Praia do Sono, com uma trilha de 1 a 1,5 hora ou um barco curto a partir de Laranjeiras, e mais adiante Ponta Negra, por trilha ou de barco quando o mar deixa. De Ponta Negra sai a trilha para a Cachoeira do Saco Bravo (veja o guia das cachoeiras).

Quando ir

Abril, maio, setembro e outubro são os melhores meses para praia e barco: pouca chuva e mar bom. De novembro a março chove mais, com pancadas à tarde; de junho a agosto chove pouco, mas a água fica mais fria (cerca de 21 °C em agosto, contra quase 27 °C em fevereiro). Em Trindade e no Cachadaço, evite fins de semana e feriados se puder.

Atualizado em setembro de 2026